I´m just a crazy motherfucker, living it up!
Hoje, sem nada pra fazer, fui reler meu antigo caderno de poemas, e inclusive estou escrevendo aqui, na última folha em branco que sobrou.
Esse caderno me acompanha desde os meus 15 anos, e eu, às vésperas de completar 19, estou relembrando tudo o que vivi. Quantas vezes eu quis morrer, quantas vezes pintei o cabelo, quantas vontades e eu tive, quantas enrascadas eu passei, quantas modas eu lancei... Todo este tempo está indo embora. A minha adolescência, cercada de confusões, rock, individualidade extrema, saudades do meu pai, constrangimento nas festas de família, não ter ido em nenhuma das minhas formaturas, chifres que eu levei e doeram muito, bebedeiras, arrependimento por ter feito muita coisa sem pensar, amores que eu tive na falta de amor do Alan, punks, dinheiro, ser tão extrema (da doce evangélica à pinguça noturna, da namorada fiel que sempre levava chifre à revoltada que foi viver sua vida, da filhinha de papai inocente até perder tudo [inclusive o dinehrio] e depois ganhar todo o dinheiro de volta) de punk com apenas 2 calças à consumista com as melhores marcas e nos melhores shoppings.. e JF ter passado de longíqua cidade à um bairro distante apenas.
Tem coisas que mudaram drasticamente, mas eu ainda sou o amor é o ódio. Amo a vida e odeio as pessoas.
Começar a ser adulta é como um ciclo que chega ao fim, os hormônios e a felicidade estalante sem controle indo embora, parece que a criança irresponsável que tinha aqui está indo embora.
Já sei das coisas feias da vida, não há como me iludir mais, já não tenho tanta graça em batalhar para conseguir uma coisa, já não digo mais 'eu sei as coisas da vida', agora eu realmente sei, e não é nada bonito.
Fiz coisas erradas, mas é melhor fazer do que ficar com aquele remorso de não tê-las feito.
Fico imensamente feliz de ter chegado até aqui sem ter precisado experimentar uma droga sequer, sem ter engravidado, sem ter dormido com alguém que não fosse meu namorado.
A vida é dificil e eu temo não estar preparada.
Pessoas especulando sobre minha vida ainda me incomodam, mas sou educada demais pra dar a devida resposta.
Eu só tenho 19, e espero que pelo menos algum hormônio da loucura e da paixão pela vida ainda reste aqui...
Quero viver sempre, como se fosse o último dia, e, nunca mais pedir pra morrer, porque a minha vida é maravilhosa, mas às vezes, infelizmente, não damos valor pra essa beleza.
Esse caderno me acompanha desde os meus 15 anos, e eu, às vésperas de completar 19, estou relembrando tudo o que vivi. Quantas vezes eu quis morrer, quantas vezes pintei o cabelo, quantas vontades e eu tive, quantas enrascadas eu passei, quantas modas eu lancei... Todo este tempo está indo embora. A minha adolescência, cercada de confusões, rock, individualidade extrema, saudades do meu pai, constrangimento nas festas de família, não ter ido em nenhuma das minhas formaturas, chifres que eu levei e doeram muito, bebedeiras, arrependimento por ter feito muita coisa sem pensar, amores que eu tive na falta de amor do Alan, punks, dinheiro, ser tão extrema (da doce evangélica à pinguça noturna, da namorada fiel que sempre levava chifre à revoltada que foi viver sua vida, da filhinha de papai inocente até perder tudo [inclusive o dinehrio] e depois ganhar todo o dinheiro de volta) de punk com apenas 2 calças à consumista com as melhores marcas e nos melhores shoppings.. e JF ter passado de longíqua cidade à um bairro distante apenas.
Tem coisas que mudaram drasticamente, mas eu ainda sou o amor é o ódio. Amo a vida e odeio as pessoas.
Começar a ser adulta é como um ciclo que chega ao fim, os hormônios e a felicidade estalante sem controle indo embora, parece que a criança irresponsável que tinha aqui está indo embora.
Já sei das coisas feias da vida, não há como me iludir mais, já não tenho tanta graça em batalhar para conseguir uma coisa, já não digo mais 'eu sei as coisas da vida', agora eu realmente sei, e não é nada bonito.
Fiz coisas erradas, mas é melhor fazer do que ficar com aquele remorso de não tê-las feito.
Fico imensamente feliz de ter chegado até aqui sem ter precisado experimentar uma droga sequer, sem ter engravidado, sem ter dormido com alguém que não fosse meu namorado.
A vida é dificil e eu temo não estar preparada.
Pessoas especulando sobre minha vida ainda me incomodam, mas sou educada demais pra dar a devida resposta.
Eu só tenho 19, e espero que pelo menos algum hormônio da loucura e da paixão pela vida ainda reste aqui...
Quero viver sempre, como se fosse o último dia, e, nunca mais pedir pra morrer, porque a minha vida é maravilhosa, mas às vezes, infelizmente, não damos valor pra essa beleza.
Acho que tem Melissa lá de antes de 87!
ResponderExcluirEu q sou daquela época não lembro de nada!!!
Bjs
Dri