sabadão
Aqui estou eu, sábado já meio atrasada pro trabalho, com minha xícara azul preferida e o recheio verde-monstro da vitamina de abacate, ouvindo uma música de filme de comédia romântica, acordada, mas com a cabeça no sonho que tive mais cedo. A carta, minha chave, e eu não li. Ou melhor, eu só li uma frase. A carta dizia 'pare de usar...'.
Não que seja um sinal, ou paranoia da minha cabeça, não preciso ser muito inteligente pra saber que isso tem que sair de vez da minha vida.
Vou trabalhar.
Não que seja um sinal, ou paranoia da minha cabeça, não preciso ser muito inteligente pra saber que isso tem que sair de vez da minha vida.
Vou trabalhar.
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